Adolf Hitler e o Nazismo

Em 1933 o Partido Nazista subiu ao poder da Alemanha utilizando de uma propaganda ultranacionalista. Para Adolf Hitler, líder do Partido Nazista e chanceler da Alemanha, os alemães eram uma “raça superior”, sendo racista, antissemita e antibolchevista.  As campanhas de propaganda nazista tentavam criar uma atmosfera tolerante para com os atos de violência com os judeus, utilizando da ideia que o governo nazista interferia e “restabelecia a ordem”.

De um lado Hitler e seus aliados, Joseph Goebbels, responsável pelo Ministério da Educação do povo e da Propaganda, Heinrich Himmler, líder das tropas de Elite, tropas de choque e da polícia secreta do Estado da Alemanha, e Herman Goring, cabeça do Plano Quadrienal, lideravam o nazismo.  Do outro lado judeus, ciganos, homossexuais, inimigos políticos, negros, comunistas, anarquistas e sindicalistas eram torturados e assassinados todos os dias.

Após a Primeira Guerra Mundial, o Tratado de Versalhes (1919), imposto à Alemanha pela Inglaterra, França e Estados Unidos, iniciou uma grave crise econômica, política e social no país. Como solução para esses problemas, Hitler apresentou como “o salvador da pátria”. Na sua obra “Mein Kampf”, definiu os alemães como uma “raça ariana”, criou várias teses explicando a superioridade do povo alemão, o porquê da Alemanha ter perdido na Primeira Guerra Mundial, entre outros. Em 1934, com a morte do presidente da Alemanha, Hitler assumiu a presidência como “Fuhrer” e colocou suas ideias em prática.

Entre 1934 e 1945, foram criados inúmeros campos de concentração na Alemanha e nos países invadidos por ela. Sendo neles aprisionados pessoas as quais Hitler considerava seus inimigos, inferiores aos alemães e que não faziam parte da “raça pura”. O principal campo de concentração nazista foi Auschwitz, localizado na Polônia, nele mais de 6.000 judeus eram diariamente mortos. E no total cerca de 6 milhões de pessoas morreram em campos de concentração.

Porém, desde a derrota humilhante da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, os alemães alimentavam ódio e desejo de vingança em relação aos vencedores. Somando a isto o fato de, para Adolf Hitler, os alemães serem uma “raça superior”, teriam direito a conquistar territórios de outras nações. Logo Hitler começou o expansionismo, anexou países ao seu território e invadiu outros. Aliou-se á Itália, um país fascista, e ao Japão. E em 3 de setembro de 1939, deu-se o início da Segunda Guerra Mundial. Cerca de 70 milhões de pessoas, soldados e civis, morreram nela.

Em 30 de abril de 1945, Adolf Hitler suicidou-se. E em 7 de maio o seu sucessor, o almirante Dönitz, assina a capitulação alemã. Mas a Segunda Guerra Mundial só acabou oficialmente em 2 de setembro de 1945 quando o Japão assinou formalmente diante dos representantes das nações aliadas a rendição.

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